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Adolescentes estão perdendo interesse nos blogs, indica pesquisa

Blog Quote BubbleOs internautas mais jovens estão perdendo o interesse nos blogs e se voltando cada vez mais para formas mais curtas e portáteis de comunicação pela rede, enquanto a popularidade dos blogs entre os mais velhos se mantêm inalterada, segundo indica uma pesquisa americana.

Segundo o estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006.

Os adolescentes que disseram ter feito comentários em blogs de colegas caiu de 76% para 52% no mesmo período.

A pesquisa indica que os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas em sites de redes sociais ou de micro-blogging, como o Facebook ou o Twitter, ou acessar a internet pelo telefone celular.

Ao mesmo tempo, a proporção de internautas adultos que disseram manter um blog na rede se manteve constante de 2006 para cá, em cerca de 10%.

Apesar de a popularidade dos blogs ter se mantido constante de uma maneira geral entre os adultos, a pesquisa mostra uma diferença clara quando analisados os dados entre os grupos por faixas etárias específicas.

A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.

Redes sociais

Se por um lado a popularidade dos blogs tradicionais vem caindo entre os mais jovens, segundo indica a pesquisa, os dados mostram um envolvimento cada vez maior dos adolescentes em redes sociais na internet.

Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e “as pessoas não acham a leitura tão divertida”.

De acordo com o estudo da Pew, 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008.

A pesquisa indica ainda um aumento da popularidade do acesso à internet pelo celular – 55% dos jovens entre 18 e 29 anos e 27% dos adolescentes de 12 a 17 disseram acessar a rede dessa maneira.

Outro resultado interessante da pesquisa é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou micro-blogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens do que entre os adolescentes.

Segundo o estudo, 8% dos adolescentes leem postagens ou escrevem no Twitter, contra 19% dos adultos maiores de 18 anos. Na faixa etária entre os 18 e os 29 anos, o uso da rede de micro-blogging chega a 37%.

Fonte: BBC Brasil

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Facebook Lite

O Facebook lançou uma nova versão da ferramenta de relacionamento em modelo Lite, mais simples e leve que o tradicional. Ainda em fase de testes, a novidade acaba lembrando o Twitter, como se fosse uma contra-ofensiva ao microblog. Na nova página, os usuários podem fazer comentários, aceitar solicitações de amizade, escrever recados no mural e ver fotos e atualizações de status.

“Estamos testando uma alternativa simplificada ao Facebook.com que carregue um conjunto específico de recursos de forma rápida e eficiente”, afirmou a empresa em comunicado reproduzido pelo Diário do Grande ABC.

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Twitter congestionado

twitter

Navegando por diversos sites tenho visto crescentes reclamações acerca do Twitter. O grande sucesso que a ferramenta conseguiu junto ao público mundial, com grande participação de empresas dos mais variados setores, parece estar atingindo o serviço. Ao entrar, ou melhor, tentar… eis que surge a mensagem acima.

Resultado: Só consegui na terceira tentativa…

Será que temos problemas à vista? A venda é inevitável? Os proprietários atuais darão conta? Ou será um Orkut 2.0, sendo comprado pelo Google?

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Twitter atrai cada vez mais empresas

O crescimento explosivo do número de usuários do Twitter no Brasil, estimado em mais de cinco milhões, atraiu a atenção das empresas, que passaram a ver o microblog como uma forma de atrair novos consumidores.
A lista vai de construtoras (como a Tecnisa) ao comércio online (Submarino e Fast Shop), passando por redes de varejo (Pão de Açúcar) e fabricantes de produtos de linha branca (Brastemp), companhias aéreas (Gol) e até de motores elétricos (Weg), mostra reportagem de Aguinaldo Novo publicada na edição deste domingo do GLOBO.

A Associação Brasileira de Agrobusiness (Abag) também aderiu ao serviço, que poderá ser usado por quem estiver fora de São Paulo durante o congresso nacional do setor.

Uma busca pelas páginas do microblog, que começou a ganhar espaço no país este ano, revela promoções exclusivas para os seguidores das empresas. Também há ofertas de recrutamento para estagiários ou perguntas de investidores sobre o desempenho das companhias.

Uma das maiores construtoras do país, a Tecnisa diz ser a primeira no mundo a vender um imóvel pelo Twitter. A isca foi uma promoção no microblog: um vale-compras de R$ 2 mil. Isso levou à venda de um apartamento de R$ 500 mil.

* Da Agência O Globo

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Centro de Informática no Twitter

Para quem possui Twitter e quer acompanhar o que acontece no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o CIN avisa que começa a atualizar a sua página no microblog. http://twitter.com/CInUFPE.

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Segurança OnLine e em Redes Sociais: Um Ensaio

Por Romulo Cholewa, gerente de Contas Estratégicas da Lanlink

"Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada!"

"Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada!"

Você certamente já ouviu falar do termo “orkuticídio”. Se não ouviu, não deve saber também o que é uma rede social, não gosta de computadores e, principalmente, da Internet. Eu já recebi vários emails de pessoas alegando que cansaram do Orkut e estavam apagando os seus perfis. Já recebi um sem número de mensagens semelhantes para outras redes sociais da qual participei. Alguns foram mais diretos, e alegaram que a saída era uma solução para reduzir a sua exposição online.

Sabe por que cansaram ? Cansaram de se expor intencionalmente.

O fato é que, desde o finalzinho do século passado, as pessoas têm ferramentas que lhes permitem colocar um toque pessoal em seu avatar online. Outrora chamados de blogs, fotologs e afins, passando pela simples ideia de qualquer site que lhe permita divulgar (uso esta palavra intencionalmente – sim, divulgar!) quaisquer informações sobre você, incluindo aí informações pessoais, intencionais, advertidas ou inadvertidas, inocentemente ou não. Para você que não lembra, os primeiros programas de mensagens instantâneas, como o ICQ, permitiam que você criasse um perfil próprio, com informações bem detalhadas, e até fotos, posteriormente.

Depois de dois parágrafos, já deve começar a se perguntar o que tem a ver o orkut com blog, com fotolog ou até com programas de mensagens instantâneas, como ICQ ou Messenger. TUDO a ver. Muito mais do que você nunca imaginou: todos são formas de levar a SUA informação pessoal para um mundo sem fronteiras. Todos são caminhos para tornar públicas informações pseudo-confidenciais (e, ainda, confidenciais em muitos círculos sociais, quero deixar claro) – colocar tudo em uma vitrine para qualquer um ver. Afirmo e reafirmo quando uso o prefixo “pseudo”. Mais adiante.

Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada! A Internet acabara de se tornar algo comercial, e a inocência reinava. Ganhar dinheiro online era um conceito inexistente. A rede era para pesquisa e não tinha cadeado; era para estudo e não tinha chave ou senha.

Foi uma época, lembro bem (ainda tenho uma cópia da minha primeira página pessoal perdida em algum lugar) que eu não imaginava que me envolveria com segurança da informação um dia. Foi uma época de pós-adolescência, inocência absoluta, quando eu colocava em meu site coisas como endereço, telefone, preferências gastronômicas e até foto. Basicamente, um prontuário público e acessível para quem tivesse uma porta de entrada para o até então restrito mundo da Internet.

Mas as coisas mudaram, e continuam mudando, muito. Eu, particularmente, tomei uma boa parcela de tempo para entender essa relação entre privacidade socialmente aceita e uma vontade louca de mostrar quem somos. Para falar a verdade, até pouco tempo tinha essa noção como uma verdade absoluta, algo que todos que acessam a Internet já sabem ou aprenderam com o tempo. Terminei descobrindo que nem todo mundo chegou as mesmas conclusões que eu, e esse foi justamente o principal motivo pela qual resolvi escrever esse artigo.

Felizmente, tudo é bem mais simples do que parece. Por um momento, e se você leu até aqui, deve estar achando complicado; mas não o é, lhe garanto, assim como é fácil entender que uma faca serve para passar manteiga no pão, mas serve para tirar a vida de alguém.

Quando preenchi as informações de cadastro do ICQ pela primeir vez, fiquei feliz em fornecer meu endereço e número de telefone. Achava que, com aquilo, seria fácil para as pessoas me encontrar.

Quando preenchi as informações de cadastro do Orkut pela primeira vez (faz tempo…) eu tinha a mesma impressão.

Fato: não importa o serviço online que queira encaixar nesta metáfora, seja uma página pessoal, seu perfil em um jogo, seu nick no MSN ou algo mais direto, como quem você é, dentro do Orkut ou Linkedin: aquelas informações estão sendo introduzidas por você.

Isso pode parecer estúpido, mas tenho certeza que, para muitos, é uma revelação assustadora. Aquelas mesmas informações que levaram uma penca de pessoas a cometer orkuticídio são um reflexo da imagem que você mesmo criou, intencionalmente. São um exemplo vivo da confidencialidade que era pseudo e, agora, deixou completamente de ser confidencial. Foi a sua vontade que, antes de apagar o perfil, preencheu satisfatoriamente todas as informações possíveis sobre si mesmo, em um ritual comum de auto-flagelo póstumo.

Eu não estou aqui para falar das dezenas de milhões de pessoas que utilizam perfis online de qualquer tipo para personificar quem não são (algum inimigo, alguém que queiram atingir de alguma forma, um ídolo, etc.), porque estas pessoas, consciente ou inconscientemente, já entenderam do que se trata este texto. Sim, elas USAM o sistema ao seu favor. Elas fazem a tecnologia, de uma forma deturpada, funcionar em paralelo aos seus objetivos.

Então, por que EU não posso fazer o mesmo, sem, necessariamente, deturpar o que quero dizer, ou sem atingir alguém, e sobre mim mesmo ?

É possível ! Eu usei a palavra “divulgar” com a intenção de mostrar que, da mesma forma que posso falar sobre mim incondicionalmente em meu perfil, eu posso falar “BEM” sobre mim, ou falar o que “QUERO” sobre mim… ou até falar, “querendo, bem”.

Muita gente ainda não entendeu que privacidade pode parecer simples em nossas mentes, mas é um conceito complicado, porque muitas vezes leva em consideração a intenção e, nestes casos, não podemos considerar algo privado ou confidencial se nós mesmos promovemos a sua divulgação, mesmo que inadvertida. O próprio uso da palavra “inadvertida” é dúbio, porque houve o “querer”. Difícil imaginar o querer, a intenção, e alegar o inadvertido, quando se tem todas as informações.

Pode parecer que estou brincando com palavras e conceitos, mas as pessoas se expõem demais online. Elas falam demais sobre si, e culpam, quando algo acontece que fere a sua privacidade, a vida online. É primordial que entendamos que, o ato de ferir, partiu de si próprio. É importante entender que a exposição não é obrigatória, muito menos irreversível ou irresistível (bem, pelo menos para a maioria esmagadora). Portanto, cabe a cada um de nós perguntar se as informações que possui disponíveis online fere algum pricípio auto imposto de preservação.

E, para finalizar em um último e simples parágrafo, não ache que a culpa da falta de privacidade parte da vida online; ela parte de nós mesmos. Nós colocamos intencionalmente a nossa vida exposta online. Então pare, pense, e coloque a melhor parte de si para fora, e apenas as partes que deseja. Você não precisa se expor. Ninguém lhe força a se expor. Mas se o fizer, faça bem feito. Se alguém ver algo sobre você online, tenha a certeza de que quis que aquilo fosse visto. A maioria de nós tem este poder. Não vou falar sobre celebridades aqui, afinal, a maioria delas, que tem uma vida online, descobriu o que escrevi aqui… tardiamente.

Ah! Antes que me perguntem… SIM, eu me divirto com Fotolog e Orkut, principalmente com as fotos absurdas, sem noção, e blogs derivados.

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MSN e Orkut ainda são os preferidos dos brasileiros

E-mail, Orkut e MSN ainda são preferência entre os brasileiros. Twitter tem apenas 0,2% de penetração no país

E-mail, Orkut e MSN ainda são preferência entre os brasileiros. Twitter tem apenas 0,2% de penetração no país

Uma pesquisa divulgada pela empresa F/Nazca Saatchi & Saatchi, F/Radar identificou que 91% dos internautas usam a internet como forma de relacionamento.

A ferramenta mais utilizada ainda é o e-mail, com 57% de penetração, seguido por MSN (55%) e Orkut (50%). Um resultado surpreendente da pesquisa foi o baixo índice de pessoas que utilizam sites mais badalados, como Twitter (0,2%) e Facebook (1%).

Diretor de Branding, Planejamento e Pesquisa da empresa, Fernand Alphen revelou ainda a divisão do uso dessas ferramentas por classe social. Nas classes A e B, o Orkut atinge 48% do público, enquanto na C, o site de relacionamento empata com o e-mail, com 50% para cada.

Além disso, o e-mail vem deixando de ter crescimento nas classes mais altas, principalmente devido ao uso do MSN, Twitter e Orkut para escrever mensagens curtas e pessoais.

A parte “ativa” da rede também foi revelada pela pesquisa. Do total, 45% dos internautas já geraram algum tipo de conteúdo online, contribuindo para o crescimento da web. Os formatos mais publicados foram fotos (39%), textos (18%) e vídeos (11%). Desse grupo, 15% divulgaram conteúdo de terceiros e 6% produziu informação a partir de algum conteúdo previamente publicado.

Veja também: O avanço das redes sociais

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O avanço das redes sociais

Atender à necessidade de socialização é trunfo das Redes Sociais

Atender à necessidade de socialização é trunfo das Redes Sociais

Os últimos anos deram início a uma nova internet, menos virtual, fria e isolada. O que antes era um espaço para sites estáticos e poucos links, além da forte figura institucional, agora é dinâmico, interligado e comum.

As redes sociais, simbolizadas pelo Orkut, e a facilidade de expor a idéia ao mundo através dos blogs deram um formato diferente a web, interligando cada vez mais pessoas.  Ferramentas como o Facebook e Twitter, e seu sucesso, são passos lógicos dentro de uma escala de crescimento da teia mundial de computadores.

Entender isso é simples. Um dos fundamentos do marketing diz que é preciso identificar a necessidade para construir qualquer tipo de produto. É aí que está o grande trunfo da internet, ela lida com uma das necessidades mais básicas do ser humano, a comunicação e a consequente socialização.

Assim, quanto mais dinâmica dentro de uma lógica de trocas sociais for uma ferramenta, mais sucesso terá. Não à toa, 734,2 milhões de pessoas, ou 66% da população mundial com mais de 15 anos, já navega nessas redes sociais, segundo pesquisa divulgada hoje pela empresa de consultoria comScore.

Em média, são 3,7 horas mensais passadas nesses sites. Segundo da lista, atrás apenas da Rússia (6,6 h), o Brasil tem uma média de 6,3 horas/mês.

Para o diretor executivo da empresa pernambucana Fishy, Marcelo Fernandes, a evolução das redes sociais aponta para uma maior democratização da internet e modifica a forma com que as empresas precisam se comunicar com os seus clientes. “Twitter, Orkut, Facebook, Blog. Uma empresa que não tenha perfis nessas ferramentas está fora do mercado. Não dá mais para ficar apenas fazendo branding com um site institucional. É preciso estar sempre em movimento e oferecer informações relevantes para o cliente”, diz.

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