Posts com a tag Inovação

Jynx aposta no Interactive Floor

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Interactive Floor é aposta da Jynx para 2010

O ano de 2010 começou com novidades na Jynx Playware. A empresa ancorada no Porto Digital começa a trabalhar neste ano, em parceria com a Comment Lab, com uma nova tecnologia chamada Interactive Floor. A plataforma funciona da seguinte maneira: uma determinada imagem é projetada em alguma superfície (piso, mesa, parede, etc.) e as pessoas podem interagir com a mesma.

Esta ferramenta é largamente utilizada em eventos, feiras, convenções, shoppings, e vários outros locais onde há um grande fluxo de pessoas, pois a tela estimula os transeuntes a interagir com o que est? sendo exibido nela, sendo assim bastante utilizada como ferramenta de ações de marketing. As aplicações possíveis são infinitas, desde uma partida de futebol virtual até uma divertida pista de dança interativa. Basta usar a criatividade para proporcionar uma experiência de extrema interatividade e imersão para o usuário final.

Fonte: Abragames

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Inscrições para o Prêmio Finep vão até esta quinta-feira

Acaba amanhã o prazo para as empresas se inscreverem no Prêmio Finep, voltado para o estímulo de iniciativas inovadoras. Em sua 12ª edição, o prêmio dará R$29 milhões em financiamentos pré-aprovados pela Finep, divididos entre os vencedores das etapas regionais e nacional. Os primeiros colocados regionais de cada categoria disputarão, posteriormente, o prêmio nacional.

Coordenadora do Finep no Nordeste, a superintendente Regional do IEL/PE, Gilane Lima, acredita que Pernambuco deverá alcançar posições de destaque por causa de seu amplo potencial inovador. “São indústrias que para crescer precisam regularmente investir em pesquisa, em tecnologia, em inovação. Esperamos que nesta edição as empresas se mobilizem e participem. É possível conseguirmos boa colocação nas duas etapas”.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.finep.gov.br.

Mais informações pelo telefone (81) 3334-7019

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Inscrições para Prêmio Finep seguem até dia 10 de setembro

As inscrições para a edição 2009 do Prêmio Finep de Inovação se encerram no próximo dia 10 de setembro. Os interessados devem se inscrever em uma das seguintes categorias: Micro/Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa (esta categoria recebe inscrição apenas em nível nacional), Instituição de Ciência e Tecnologia e Tecnologia Social.

Há ainda a categoria Inventor Inovador, com candidatos selecionados a partir de levantamento na base de dados das patentes concedidas pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

O regulamento do Prêmio FINEP de Inovação 2009 está disponível no site
www.finep.gov.br/premio.

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O brasileiro não gosta de inovações. A culpa é nossa?

Trabalho + Prazer = Inovação e Produtividade | Essa equação é tão difícil de resolver?

Trabalho + Prazer = Inovação e Produtividade | Essa equação é tão difícil de resolver?

Esta não é nenhuma pesquisa sobre o mercado de Tecnologia da Informação (T.I) propriamanete dito, mas por se tratar de inovação (principal norteador das soluções desse setor, mais do que em qualquer outro), achei indispensável um comentário sobre o assunto.

Na edição de agosto da revista Época Negócios, matéria da jornalista Karla Spotorno revela que 58% dos brasileiros valorizam apenas a realização de tarefas, serviços e projetos para entregar os resultados já esperados pela chefia. Os dados são de pesquisa realizada pela empresa de consultoria Felipelli.

De acordo com o levantamento, para o qual foram entrevistados 700 profissionais em todo o país, somente 9% dos entrevistados são abertos a novas idéias e procuram inovar nas operações em que estão envolvidos.

Não me estenderei mais acerca da pesquisa em si, pois está muito bem descrita na reportagem da revista. Me parece mais oportuna uma reflexão sobre o “modo de trabalho” reproduzido pela nossa sociedade e que, em minha opinião, resulta em aberrações como o resultado deste estudo.

A culpa é do brasileiro? Os outros países são tão diferentes assim? Primeiramente, não acho que nossos cidadãos tenham culpa no cartório, pelo menos não direta. O que assistimos é a reprodução da cultura do “bater ponto”, que não teve origem no Brasil. Pelo contrário, foi herdada, uma daquelas heranças obscuras da submissão econômica-cultural a que fomos sujeitos.

Os outros são diferentes? Não em sua maioria. Poucas empresas como o Google se preocupam diretamente com a produtividade aliada à inovação dentro de um modelo de trabalho que estimula o prazer. Alguns podem até dizer que o modelo da Apple também produz inovação, afinal estamos falando da Apple, mas acho que é falível. Sobrecarrega seu criador. O processo de motivação é mais complexo.

Estamos longe do fim dessa lógica? Não. O que vejo é uma atualização desse modo de trabalho. Quase como uma versão 2.0, com o ponto eletrônico se espalhando pelas empresas e “cobrando” cada minuto de atraso. Políticas de metas e recompensas só existem em grandes empresas, e só atentam para o lado financeiro na maioria das vezes. Mas se esquecem que trabalho + prazer = maior chance de sucesso.

Não ficar limitado às tarefas que são dadas no dia-dia empresarial é muito mais do que uma falta de iniciativa dos empregados, é uma falha de gestão dos chefes.

O ócio criativo defendido por Domenico de Masi nos livros “A economia do ócio” e “O ócio criativo” me parece o caminho mais apropriado para o sucesso da inovação. Ele defende nada mais do que aliarmos o trabalho ao prazer.

Afinal, já parou para contar que mais da metade da sua vida você passa na labuta? São cinco dias de stress para ter dois de tranquilidade? Isso deixa você feliz? Isso lhe dá vontade de inovar? Buscar o novo? O Diferente? Ou você é um cronômetro regressivo. Segunda (faltam cinco dias), Terça (quatro)…Até a sexta-feira?

Será que é tão difícil incorporar o ócio criativo no dia-dia empresarial? Apostar na produtividade plena ao invés do ponto eletrônico? Trabalhar por prazer seria tão ruim para as empresas? Ou esta é apenas mais uma consequência do nosso medo de inovar? Afinal, seria fazer diferente, ir além.

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A inovação na indústria de energia

Por Eduardo A. Paiva de Almeida

(Economista, professor da UFPE e Coordenador do SoftexRecife)

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros

A revista inglesa The Economist, na sua edição de 6 – 12 de junho de 2009, traz um estudo especial sobre novos avanços tecnológicos. Dentre as novas tecnologias ali tratadas, chama a atenção uma que está sendo gerada dentro da indústria da eletricidade. Na matéria divulgada, informa que a grande inovação na indústria da eletricidade [que existe há mais de 120 anos] será a implantação daquilo que está sendo conhecida smart grid ou, em Português, rede de distribuição inteligente.

Trata-se, sem dúvida, de uma inovação capaz de revolucionar todo um setor que se imaginava não fosse capaz de inovar. Segundo a revista o smart grid está para a indústria de eletricidade como a internet está para os computadores. O smart grid destina-se tornar a operação das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica mais transparente, mais eficiente e ecologicamente correta. O smart grid, segundo ainda a revista, está centrado na aplicação do poder do computador, juntamente com sensores remotos digitais, ao sistema de transporte e distribuição de eletricidade, fornecendo em tempo real e numa velocidade até então não imaginada, informações sobre a situação das linhas.

Um dos instrumentos inovadores do smart grid é o medidor inteligente. Trata-se de um medidor que vai muito mais além da simples mensuração do consumo, como os atualmente em uso pelas companhias de eletricidade. O medidor inteligente [smart meter] permite a troca de informação em tempo real e de forma bidirecional entre o produtor [empresa de eletricidade] e o usuário final. Isso torna os atuais medidores de consumo em instrumentos da idade da pedra.

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros, e também a origem da energia que está sendo consumindo, se hidroelétrica, de fontes alternativas, nuclear etc. Com essas informações será também possível ao consumidor estabelecer a melhor hora para ligar os seus eletrodomésticos de modo a otimizar a sua a renda, poupando energia e contribuindo para a redução do aquecimento global. Do lado das empresas de eletricidade, o uso do smart meter tornaria desnecessário, dentre tantas outras coisas por exemplo, a equipe encarregada de medir localmente o consumo para embasar cobrança. Isso seria feito em tempo real e o consumidor receberia sua conta por e-mail.

Do lado do administrador do grid os ganhos são incomensuráveis. Segundo a matéria publicada na The Economist, os sistemas hoje em uso fornecem ao gerenciador da rede informações sobre o estado de transmissão nas linhas a cada 4 segundos. Com essa inovação, ele fornecerá ao gerenciador essas informações 30 vezes por segundo permitindo assim um gerenciamento muito mais acurado e seguro, prevenindo quedas [black out]de energia com danosas conseqüências sobre a produção. Essa otimização permite ademais balancear oferta e demanda e distribuir de forma “ótima” ao longo do tempo a construção de novas usinas geradoras.

É evidente que o smart grid tem um custo. E esse custo não é baixo. O medidor inteligente custa algo como US$ 125 (a unidade) e centenas de dólares a mais para fazê-lo funcionar. Estima-se que fornecer smart meter para a totalidade dos consumidores americanos custaria algo como US 50 bilhões. Esse custo parece compensar, pois se estima que o uso do smart meter seria capaz de reduzir a demanda por energia nos EUA entre 5%, que representa uma conta de US$ 66 bilhões em 20 anos, e 25% que, em se atingindo redundaria numa economia de US$ 325 bilhões nesse mesmo tempo. Segundo um especialista consultado pela revista “é caro usar essa tecnologia, mas não usá-la é ainda mais caro”. No pacote de estímulo à economia americana implementado pelo Governo Obama foram destinados US$ 4 bilhões a serem aplicados em smart grid.

Na matéria citada há uma importante informação que, no entanto, não está explicitamente posta. Trata-se das oportunidades de negócios que serão abertas por essa inovação. O maior custo do smart grid se concentra na área de software que precisa ser desenvolvido, posto que ele [o smart grid] depende criticamente da eficiência na troca de informações entre as partes componentes do sistema. Adicionalmente há todo um espaço para empresas desenvolverem aplicações web daí derivadas. E face ao volume da demanda do projeto, com certeza uma parte dessa demanda por desenvolvimento deverá ser “comprada” fora dos EUA e isso abre perspectivas às nossas empresas de TI. É bom ficar de olho e acompanhar.

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