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Senhas do Gmail e Hotmail vazam na web e expõem nova fragilidade dos serviços online. Saiba como se previnir

BackupRecoveryMais de 30 mil usuários do Gmail, serviço gratuito de e-mail do Google, tiveram suas senhas hackeadas durante essa semana. “Recentemente, tomamos conhecimento de um grande esquema de phishing através do qual os hackers obtiveram credenciais de usuários para contas de e-mail baseadas na web, incluindo as do Gmail”, disse um porta-voz do Google à TV inglesa BBC.

Como se já não bastasse esse ataque, há menos de uma semana, os servidores da Microsoft também sofreram com a ação dos Hackers, que roubaram senhas de contas do Hotmail, MSN e Live.

O fato é que, mais do que perder sua privacidade, esses usuários servem de exemplo para mostrar que não estamos tão seguros quanto pensávamos. Não foram falhas do Google ou da Microsoft, mas um problema que muitos davam por desaparecidos. Eu mesmo sou um dos que, apesar de saber do perigo, não tenho receio algum em fazer do Gmail meu backup. Mais do que um HD externo, não faltam exemplos de pessoas que apostam nos serviços da Cloud como salvadores e confiáveis. Afinal, ninguém espera que o Google vá a falência e leve todos os nossos arquivos com ele.

O problema é que o perigo mora ao lado, como diria o velho ditado. Estar na nuvem significa também estar mais suscetível aos ataques. A freeconomics, como defende o jornalista Chris Anderson, é maravilhosa, mas tem suas ciladas. Para isso, aí vão algumas dicas:

1- Mantenha seus arquivos em mais de uma ‘nuvem’: Dá mais trabalho, mas a chance de que vários servidores, de empresas diferentes, sejam invadidos é muito menor. Sites de upload, como RapidShare, Megaupload, dentre outros, também são uma ótima escolha para além das caixas de e-mail. Até mesmo por terem muitos arquivos ‘ilegais’, é mais difícil que sejam alvos dos hackers, pois estariam atirando contra os próprios pés.

2- Tenha um backup ‘real’. HDs externos não custam tanto. Por R$300 você consegue um modelo com 250GB, mais do que suficiente para a maioria das pessoas. Não tem isso tudo? Um DVD virgem custa R$0,80 e cabe 4,7GB. Faça uma cópia de segurança todos os meses.

O backup, segundo a Microsoft:

Existem muitas maneiras de perder informações em um computador involuntariamente. Uma criança usando o teclado como se fosse um piano, uma queda de energia, um relâmpago, inundações. E algumas vezes o equipamento simplesmente falha.

Se você costuma fazer cópias de backup dos seus arquivos regularmente e os mantêm em um local separado, você pode obter uma parte ou até todas as informações de volta caso algo aconteça aos originais no computador.

A decisão sobre quais arquivos incluir no backup é muito pessoal. Tudo aquilo que não pode ser substituído facilmente deve estar no topo da sua lista. Antes de começar, faça uma lista de verificação de todos os arquivos a serem incluídos no backup. Isso o ajudará a determinar o que precisa de backup, além de servir de lista de referência para recuperar um arquivo de backup-. Eis algumas sugestões para ajudá-lo a começar:

•Dados bancários e outras informações financeiras

•Fotografias digitais

•Software comprado e baixado através da Internet

•Música comprada e baixada através da Internet

•Projetos pessoais

•Seu catálogo de endereços de e-mail

•Seu calendário do Microsoft Outlook

•Seus favoritos do Internet Explorer

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Google lança Wave para unir e-mail e redes sociais

O Google lança nesta quarta-feira (30) uma nova ferramenta online gratuita prometendo revolucionar, mais uma vez, a forma com que nos relacionamos na web. Trata-se do Google Wave, mistura de rede social, correio eletrônico e programas de mensagens instantâneas. A versão beta, ou seja, de testes, será disponibilizada para apenas 100 mil pessoas dentre os mais de 1 milhão de inscritos previamente para serem os primeiros a colocar as mãos na novidade.

Segundo o Google, a expectativa é de que a versão final seja disponibilizada apenas em meados de 2010.

Confira a apresentação sobre o novo serviço do Google.


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Microsoft e Yahoo! fecham acordo contra o Google

Após uma tentativa frustrada de comprar o Yahoo!, a Microsoft fechou acordo com o site de buscas para enfrentar de uma vez por todas a liderança do Google, responsável por 78,48% das buscas em junho.

Através de um comunicado enviado à imprensa na manhã desta quarta-feira(29), o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, disse que “por meio deste acordo com o Yahoo!, vamos inovar nas buscas, gerar melhores valores para anunciantes e dar ao consumidor chance de escolher em um mercado atualmente dominado por apenas uma companhia”.

O acordo não prevê valores determinandos, mas sim uma partilha das receitas conseguidas através da parceria entre as duas empresas.

Em maio deste ano, a Microsoft anunciou uma ferramenta de buscas chamada Bing. A plataforma agradou os internautas com recursos como comparação de preço e busca de vídeos com reprodução automática –basta passar o mouse sobre as miniaturas.

A companhia ganhou espaço no mercado de buscas nos Estados Unidos com o lançamento do Bing. Dados da empresa StatCounter indicam que o Bing, lançado oficialmente no dia 3 de junho, ficou com 8,23% das buscas feitas naquele mês –em maio, a Microsoft havia conseguido um índice de 7,81%. Na primeira semana de funcionamento, o Bing chegou a 9,21% de participação.

*Com informações da Folha de S. Paulo

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Acordo entre Microsoft e Yahoo está próximo

Após mais de um ano e meio de tentativas, entre propostas de aquisição e acordos, a Microsoft e o Yahoo estão prestes a anunciar uma aliança envolvendo buscas e de publicidade online na próxima semana, informou o blog BoomTown, do jornal Wall Street Journal, na noite de quinta-feira (16/7).

De acordo com a notícia, executivos do alto comando da Microsoft – incluindo o vice-presidente sênior do grupo de audiência online, Yusuf Mehdi, o diretor da área de buscas, Satya Nadella e o chefe da área digital, Qi Lu – deixaram a sede da empresa de software em Redmond, no Estado de Washington (EUA) e voaram para o Vale do Silício, no escritório na empresa de internet, para discutir os detalhes finais da aliança, especialmente na área de desenvolvimento tecnológico.

Fontes muito próximas à negociação afirmam que o acordo pode ter desdobramentos diferentes. Entre elas está o pagamento de bilhões de dólares pela Microsoft ao Yahoo para adquirir o negócio de buscas da empresa de internet e garantir uma renda periódica do Yahoo. Outra vertente da aliança, segundo os executivos, envolve a venda de anúncios online, que seria administrada pelo Yahoo para as plataformas de internet das duas empresas.

Embora a aproximação das duas empresas seja um sinal positivo, a complexidade das discussões – que também envolve custos de aquisição de tráfego online e controle do Yahoo sobre os dados – a aliança ainda não está totalmente garantida. No entanto, segundo as fontes ligadas ao Yahoo e à Microsoft, o acordo está na reta final. Se não for finalizado agora, Microsoft e Yahoo desistirão de qualquer parceria e seguirão caminhos separados.

Com a aliança, a Microsoft ganha força para concorrer com o Google, que lidera o mercado de buscas e links patrocinados nos Estados Unidos, com 65% de participação em junho, segundo dados da empresa de análise de internet comScore. No mês passado, o Yahoo registrou 19,5% de participação – uma ligeira queda de 0,5 ponto porcentual em relação a maio – e a Microsoft, com seu novo buscador Bing, ficou com 8,4% do mercado – um crescimento de 0,4 ponto porcentual na comparação com maio.

Por IDG NOW

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Microsoft anuncia Windows 7 e Office 2010. Melhor do que o Chrome OS?

Anúncio do Windows 7 é aposta da Microsoft contra o Google Chrome OS

Anúncio do Windows 7 é aposta da Microsoft contra o Google Chrome OS

Durante conferência da empresa nesta segunda-feira (13), a Microsoft anunciou novidades para seus dois principais produtos, o Windows e o pacote Office. O lançamento oficial do pacote de produtividade e do sistema operacional da gigante de softwares está previsto para o primeiro semestre de 2010 e deve contar com uma versão para ser rodada “on the clouds”, nas nuvens, sem necessidade de instalação.

Será a prova definitiva para saber se a Microsoft tem vez nesse novo mercado virtual ou se perdeu o bonde da história e está fadada a se tornar um dinossauro. Afinal, como dizem os especialistas do marketing, ganhos passados ajudam mas não significam um futuro brilhante, é preciso se reinventar a cada dia.

Em entrevista ao repórter da Agência Reuters, David Lawsky, o presidente-executivo da Offbeat Guides, David Sifry, que oferece guias online personalizados para 30 mil destinos, aponta uma das grandes vantagens dessa nova era nas nuvens. O Google Apps permite que ele viaje sem computador, porque pode recorrer online a todos os aplicativos de que precisa.

Outro fator que preocupa é o resultado de pesquisa realizada pela ScriptLogic Corp segundo a qual 60% das empresas não pretendem adotar o novo sistema da Microsoft. A decepção com o Vista ainda está muito latente.

É bem verdade que 95% dos computadores do mundo usam o Windows, mas analistas estimam que cerca de 2% dos usuários de PCs vão usar o Chrome em seu primeiro ano. Fazendo esses cálculos ao longo de alguns anos, a liderança, até certo ponto tranquila, da Microsoft pode estar ameaçada. Ou abre os olhos ou até a próxima.

Office 2010, Windows 7 e concorrência*

Hoje, Stephen Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, anunciou que o pacote Office 2010 (da mesma forma que os aplicativos SharePoint Server 2010, Visio 2010 e Project 2010) já teve sua estreia técnica e que dezenas de milhares de pessoas começarão a testá-lo a partir de hoje.

A Microsoft afirmou que o lançamento final do pacote Office 2010 (que terá uma versão para funcionar na internet, sem a necessidade de instalar o programa no computador) acontecerá no primeiro semestre do ano que vem.

O pacote Office 2010 e o Windows 7, o sistema operacional que substituirá o Windows Vista, são as grandes apostas da Microsoft para manter sua hegemonia no mundo dos PCs, frente aos embates travados pelo Google, que cada vez mais tenta entrar em seus campos tradicionais.

Na semana passada, o Google anunciou que está testando um sistema operacional para “netbooks” (um novo tipo de equipamento menor que os portáteis tradicionais) que se chamará Chrome, como seu browser de internet que já está disponível. Além disso, também comercializa o Android, um sistema operacional para telefones celulares, outra área de negócios que a Microsoft considera fundamental para seu futuro e na qual já compete com o iPhone da Apple e com o BlackBerry do canadense RIM.

O Google também já tem um conjunto de aplicativos similares ao pacote Office que pode ser executado pela internet. Mas ao contrário do que aconteceu com o Windows Vista, a Microsoft acredita que o Windows 7 será um produto de sucesso.

O vice-presidente do grupo de negócios da Microsoft, Bill Veghte, anunciou que, neste mês, a companhia começará a distribuir o Windows 7 entre os fabricantes dos sistemas, para que o instalem em produtos que serão vendidos nos próximos meses.

O lançamento público do novo sistema operacional acontecerá no dia 22 de outubro. Veghte, que qualificou o Windows 7 como “uma plataforma fantástica”, reconheceu que a empresa realizou “uma significativa modernização”, depois de aprender com os erros cometidos com o Vista, especialmente no terreno da compatibilidade com outros aplicativos e hardware.

“Queremos estar seguros de que o Windows 7 é compatível. Estamos trabalhando muito para assegurar que a migração do XP e do Vista para o Windows 7 seja simples. Atualmente, temos 16 mil parceiros desenvolvendo softwares (para o Windows 7). Só saberemos se deu certo depois que ele estiver disponível para o público geral”, acrescentou.

Trecho de matéria da Agência EFE

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HP, Asus e Acer já pensam em equipamentos para o Chrome OS

Segundo matéria publicada pelo IDG News Service, de Taiwan, as gigantes HP, Acer e Asus já começam a desenvolver equipamentos voltados para o uso do novo sistema operacional do Google, o Chrome OS, que será lançado em 2010.

Parceiras indissociáveis da Microsoft, Dell e Intel não constam na lista de parceiras do novo sistema. “A equipe do Google Chrome OS está trabalhando atualmente com muitas empresas para desenvolver e construir dispositivos que ofereçam uma extraordinária experiência ao usuário final”, afirma o Google.

Na Computerworld, uma análise muito boa sobre sete questões que devem ser pensadas sobre o Google Chrome e seus impactos na indústria mundial de T.I. Segue a baixo os sete pontos sugeridos pelo site:

1 – Ameaça à Apple
Enquanto muitas notícias focarão na ameaça do Chrome OS ao Windows da Microsoft, o principal prejudicado pode ser o Mac OS, da Apple.

Usuários que buscam um sistema operacional alternativo ao Windows, normalmente consideram duas opções: o Mac OS X ou o tradicional Linux. O segundo ainda enfrenta reclamações de problemas de rede e drives dos periféricos. Já o Mac OS tem duas desvantagens: menor número de aplicações (o que não chega a ser um problema para muitos consumidores) e hardware caro.

Se houvesse uma versão do Mac OS que rodasse em máquinas que não são da Apple, talvez o Google não encontrasse um mercado tão promissor. Mas o Chrome OS provavelmente atingirá a mesma audiência do Mac OS X – daqueles que buscam alternativas ao Windows – enquanto oferece uma plataforma que roda em hardwares mais acessíveis.

2 – Preço do Windows 7
Pode-se esperar que a Microsoft pense duas vezes em como vai cobrar pelas variadas versões do Windows 7, especialmente se o sistema operacional do Google atrair a atenção do mercado. A companhia deve ficar mais receptiva às reclamações dos usuários do Vista que querem fazer a atualização de maneira mais barata.

3- Netbooks são apenas o ponto de partida
Usuários de desktops mais potentes podem, inicialmente, hesitar em enviar o controle de seus aplicativos “à nuvem”, mas essas mesmas pessoas podem ser menos resistentes a fazer isso com seus netbooks.

Usuários de ultraportáteis esperam – e usam – menos aplicativos. Libertar-se dos pesados softwares antivírus para Windows pode ser uma vantagem se o Google OS for simples, seguro e rápido como promete.

4 – Grandes empresas não serão as primeiras consumidoras
Os departamentos de tecnologia de grandes corporações não vão substituir seus softwares baseados em Windows pelo sistema do Google. Enquanto o Chrome OS tem boas possibilidades de conquistar espaço em pequenas empresas, as grandes corporações só começarão a adotá-lo quando o sistema provar que tem capacidades de gerenciamento corporativo.

Empresas menores, que necessitam de menos aplicações, podem estar mais interessadas, especialmente se os custos e a manutenção forem menores.

5 – Estudantes são mercado potencial
Atualmente os estudantes têm uma mobilidade que não poderia ser imaginada cinco anos atrás. Eles também são menos preocupados se seus aplicativos estão no desktop ou na web.

6 – Flashback
Pode ser que o Google esteja tentando trazer de volta o mantra da Sun Microsystems, de que “a rede é o computador”.

7 – O domínio do Google seria melhor que o da Microsoft?
No curto prazo, o anúncio do Google aumentará a competição no setor de sistemas operacionais e provavelmente vai incentivar a Microsoft a oferecer melhores condições àqueles que optarem pelo Windows 7. Mas o Chrome OS não roubará uma participação muito grande do Windows no mercado, em curto prazo.

Por outro lado, o Google já tem um ótimo negócio dominando o mercado de busca, que se tornou um dos principais fatores da navegação pela web.

Apesar de o Google tomar para si o slogan corporativo de que eles “são do bem”, a ideia de uma única empresa controlar o desktop, as aplicações e os dados armazenados deve ser preocupante. Será interessante ver se a comunidade do código aberto receberá bem o sistema operacional do Google ou se eles estarão atentos às possíveis consequências desta ação.

Por Machlis Musings, editora da Computerworld, dos EUA

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Google OS é filho da “Cloud Computing”

Google OS ataca Windows e promete mudar a noção de sistema operacional

Google OS ataca Windows e promete mudar a noção de sistema operacional

Se o Google Chrome foi uma verdadeira afronta ao domínio estabelecido pela Microsoft no mercado de browsers através do Internet Explorer, o que dizer da novidade anunciada pelo Google nesta semana, o Google OS, um sistema operacional que baterá de frente com a base de todo o negócio da empresa criada por Bill Gates, o Windows. “É uma tentativa de repensar o que deveria ser um sistema operacional, já que os sistemas operacionais em que os navegadores estão baseados foram feitos em uma era pré-internet”, diz o Google em seu blog oficial.

Inicialmente pensado para compor os netbooks – computadores notáveis por seu baixo custo e alta mobilidade, símbolos da era do Cloud Computing – o sistema operacional do Google terá código aberto e promete ser leve, simples e eficiente. A expectativa é de que as primeiras cópias sejam disponibilizadas no final do primeiro semestre de 2010.

Se for tudo o que o Google afirma e tudo o que a história dessa gigante empresa que há muito deixou de ser apenas um site de buscas nos deixa sonhar, teremos o primeiro sistema operacional feito para a Cloud Computing, ou Computação nas Nuvens. Leve e seguro, dando um maior desenpenho aos netbooks que, se é que têm um ponto negativo, é a sua configuração.

 

“Velocidade, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS. Nós estamos projetando o sistema operacional para ser rápido e leve, para ter um bom startup e iniciar aplicativos de web em poucos segundos. A interface do usuário é mínima para permanecer fora do seu caminho, já que a maior parte da experiência do usuário tem lugar na web. E como fizemos para o navegador Google Chrome, vamos voltar para o básico e redesenhar completamente a arquitetura de segurança do SO, para que os usuários não tenham de lidar com vírus, malware e atualizações de segurança”. (Google Blog)
 
Para entender mais sobre a importância do Google para a sociedade da informação, o tamanho desse gigante e até onde ele pode ir, e nos levar, acesse a matéria Bem-vindos à Googlelândia, da revista Galileu. O conteúdo é gratuito e não exige cadastro no site. Vale a pena!

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