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A inovação na indústria de energia

Por Eduardo A. Paiva de Almeida

(Economista, professor da UFPE e Coordenador do SoftexRecife)

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros

A revista inglesa The Economist, na sua edição de 6 – 12 de junho de 2009, traz um estudo especial sobre novos avanços tecnológicos. Dentre as novas tecnologias ali tratadas, chama a atenção uma que está sendo gerada dentro da indústria da eletricidade. Na matéria divulgada, informa que a grande inovação na indústria da eletricidade [que existe há mais de 120 anos] será a implantação daquilo que está sendo conhecida smart grid ou, em Português, rede de distribuição inteligente.

Trata-se, sem dúvida, de uma inovação capaz de revolucionar todo um setor que se imaginava não fosse capaz de inovar. Segundo a revista o smart grid está para a indústria de eletricidade como a internet está para os computadores. O smart grid destina-se tornar a operação das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica mais transparente, mais eficiente e ecologicamente correta. O smart grid, segundo ainda a revista, está centrado na aplicação do poder do computador, juntamente com sensores remotos digitais, ao sistema de transporte e distribuição de eletricidade, fornecendo em tempo real e numa velocidade até então não imaginada, informações sobre a situação das linhas.

Um dos instrumentos inovadores do smart grid é o medidor inteligente. Trata-se de um medidor que vai muito mais além da simples mensuração do consumo, como os atualmente em uso pelas companhias de eletricidade. O medidor inteligente [smart meter] permite a troca de informação em tempo real e de forma bidirecional entre o produtor [empresa de eletricidade] e o usuário final. Isso torna os atuais medidores de consumo em instrumentos da idade da pedra.

Com o uso do smart meter, o consumidor poderá saber, a qualquer instante, o preço da energia fornecida, o quanto já consumiu de kW e em termos financeiros, e também a origem da energia que está sendo consumindo, se hidroelétrica, de fontes alternativas, nuclear etc. Com essas informações será também possível ao consumidor estabelecer a melhor hora para ligar os seus eletrodomésticos de modo a otimizar a sua a renda, poupando energia e contribuindo para a redução do aquecimento global. Do lado das empresas de eletricidade, o uso do smart meter tornaria desnecessário, dentre tantas outras coisas por exemplo, a equipe encarregada de medir localmente o consumo para embasar cobrança. Isso seria feito em tempo real e o consumidor receberia sua conta por e-mail.

Do lado do administrador do grid os ganhos são incomensuráveis. Segundo a matéria publicada na The Economist, os sistemas hoje em uso fornecem ao gerenciador da rede informações sobre o estado de transmissão nas linhas a cada 4 segundos. Com essa inovação, ele fornecerá ao gerenciador essas informações 30 vezes por segundo permitindo assim um gerenciamento muito mais acurado e seguro, prevenindo quedas [black out]de energia com danosas conseqüências sobre a produção. Essa otimização permite ademais balancear oferta e demanda e distribuir de forma “ótima” ao longo do tempo a construção de novas usinas geradoras.

É evidente que o smart grid tem um custo. E esse custo não é baixo. O medidor inteligente custa algo como US$ 125 (a unidade) e centenas de dólares a mais para fazê-lo funcionar. Estima-se que fornecer smart meter para a totalidade dos consumidores americanos custaria algo como US 50 bilhões. Esse custo parece compensar, pois se estima que o uso do smart meter seria capaz de reduzir a demanda por energia nos EUA entre 5%, que representa uma conta de US$ 66 bilhões em 20 anos, e 25% que, em se atingindo redundaria numa economia de US$ 325 bilhões nesse mesmo tempo. Segundo um especialista consultado pela revista “é caro usar essa tecnologia, mas não usá-la é ainda mais caro”. No pacote de estímulo à economia americana implementado pelo Governo Obama foram destinados US$ 4 bilhões a serem aplicados em smart grid.

Na matéria citada há uma importante informação que, no entanto, não está explicitamente posta. Trata-se das oportunidades de negócios que serão abertas por essa inovação. O maior custo do smart grid se concentra na área de software que precisa ser desenvolvido, posto que ele [o smart grid] depende criticamente da eficiência na troca de informações entre as partes componentes do sistema. Adicionalmente há todo um espaço para empresas desenvolverem aplicações web daí derivadas. E face ao volume da demanda do projeto, com certeza uma parte dessa demanda por desenvolvimento deverá ser “comprada” fora dos EUA e isso abre perspectivas às nossas empresas de TI. É bom ficar de olho e acompanhar.

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Segurança OnLine e em Redes Sociais: Um Ensaio

Por Romulo Cholewa, gerente de Contas Estratégicas da Lanlink

"Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada!"

"Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada!"

Você certamente já ouviu falar do termo “orkuticídio”. Se não ouviu, não deve saber também o que é uma rede social, não gosta de computadores e, principalmente, da Internet. Eu já recebi vários emails de pessoas alegando que cansaram do Orkut e estavam apagando os seus perfis. Já recebi um sem número de mensagens semelhantes para outras redes sociais da qual participei. Alguns foram mais diretos, e alegaram que a saída era uma solução para reduzir a sua exposição online.

Sabe por que cansaram ? Cansaram de se expor intencionalmente.

O fato é que, desde o finalzinho do século passado, as pessoas têm ferramentas que lhes permitem colocar um toque pessoal em seu avatar online. Outrora chamados de blogs, fotologs e afins, passando pela simples ideia de qualquer site que lhe permita divulgar (uso esta palavra intencionalmente – sim, divulgar!) quaisquer informações sobre você, incluindo aí informações pessoais, intencionais, advertidas ou inadvertidas, inocentemente ou não. Para você que não lembra, os primeiros programas de mensagens instantâneas, como o ICQ, permitiam que você criasse um perfil próprio, com informações bem detalhadas, e até fotos, posteriormente.

Depois de dois parágrafos, já deve começar a se perguntar o que tem a ver o orkut com blog, com fotolog ou até com programas de mensagens instantâneas, como ICQ ou Messenger. TUDO a ver. Muito mais do que você nunca imaginou: todos são formas de levar a SUA informação pessoal para um mundo sem fronteiras. Todos são caminhos para tornar públicas informações pseudo-confidenciais (e, ainda, confidenciais em muitos círculos sociais, quero deixar claro) – colocar tudo em uma vitrine para qualquer um ver. Afirmo e reafirmo quando uso o prefixo “pseudo”. Mais adiante.

Lembro de uma época quando coloquei minha primeira página pessoal online. Naquele tempo, não havia blog, muito menos o seu conceito. Não havia nada! A Internet acabara de se tornar algo comercial, e a inocência reinava. Ganhar dinheiro online era um conceito inexistente. A rede era para pesquisa e não tinha cadeado; era para estudo e não tinha chave ou senha.

Foi uma época, lembro bem (ainda tenho uma cópia da minha primeira página pessoal perdida em algum lugar) que eu não imaginava que me envolveria com segurança da informação um dia. Foi uma época de pós-adolescência, inocência absoluta, quando eu colocava em meu site coisas como endereço, telefone, preferências gastronômicas e até foto. Basicamente, um prontuário público e acessível para quem tivesse uma porta de entrada para o até então restrito mundo da Internet.

Mas as coisas mudaram, e continuam mudando, muito. Eu, particularmente, tomei uma boa parcela de tempo para entender essa relação entre privacidade socialmente aceita e uma vontade louca de mostrar quem somos. Para falar a verdade, até pouco tempo tinha essa noção como uma verdade absoluta, algo que todos que acessam a Internet já sabem ou aprenderam com o tempo. Terminei descobrindo que nem todo mundo chegou as mesmas conclusões que eu, e esse foi justamente o principal motivo pela qual resolvi escrever esse artigo.

Felizmente, tudo é bem mais simples do que parece. Por um momento, e se você leu até aqui, deve estar achando complicado; mas não o é, lhe garanto, assim como é fácil entender que uma faca serve para passar manteiga no pão, mas serve para tirar a vida de alguém.

Quando preenchi as informações de cadastro do ICQ pela primeir vez, fiquei feliz em fornecer meu endereço e número de telefone. Achava que, com aquilo, seria fácil para as pessoas me encontrar.

Quando preenchi as informações de cadastro do Orkut pela primeira vez (faz tempo…) eu tinha a mesma impressão.

Fato: não importa o serviço online que queira encaixar nesta metáfora, seja uma página pessoal, seu perfil em um jogo, seu nick no MSN ou algo mais direto, como quem você é, dentro do Orkut ou Linkedin: aquelas informações estão sendo introduzidas por você.

Isso pode parecer estúpido, mas tenho certeza que, para muitos, é uma revelação assustadora. Aquelas mesmas informações que levaram uma penca de pessoas a cometer orkuticídio são um reflexo da imagem que você mesmo criou, intencionalmente. São um exemplo vivo da confidencialidade que era pseudo e, agora, deixou completamente de ser confidencial. Foi a sua vontade que, antes de apagar o perfil, preencheu satisfatoriamente todas as informações possíveis sobre si mesmo, em um ritual comum de auto-flagelo póstumo.

Eu não estou aqui para falar das dezenas de milhões de pessoas que utilizam perfis online de qualquer tipo para personificar quem não são (algum inimigo, alguém que queiram atingir de alguma forma, um ídolo, etc.), porque estas pessoas, consciente ou inconscientemente, já entenderam do que se trata este texto. Sim, elas USAM o sistema ao seu favor. Elas fazem a tecnologia, de uma forma deturpada, funcionar em paralelo aos seus objetivos.

Então, por que EU não posso fazer o mesmo, sem, necessariamente, deturpar o que quero dizer, ou sem atingir alguém, e sobre mim mesmo ?

É possível ! Eu usei a palavra “divulgar” com a intenção de mostrar que, da mesma forma que posso falar sobre mim incondicionalmente em meu perfil, eu posso falar “BEM” sobre mim, ou falar o que “QUERO” sobre mim… ou até falar, “querendo, bem”.

Muita gente ainda não entendeu que privacidade pode parecer simples em nossas mentes, mas é um conceito complicado, porque muitas vezes leva em consideração a intenção e, nestes casos, não podemos considerar algo privado ou confidencial se nós mesmos promovemos a sua divulgação, mesmo que inadvertida. O próprio uso da palavra “inadvertida” é dúbio, porque houve o “querer”. Difícil imaginar o querer, a intenção, e alegar o inadvertido, quando se tem todas as informações.

Pode parecer que estou brincando com palavras e conceitos, mas as pessoas se expõem demais online. Elas falam demais sobre si, e culpam, quando algo acontece que fere a sua privacidade, a vida online. É primordial que entendamos que, o ato de ferir, partiu de si próprio. É importante entender que a exposição não é obrigatória, muito menos irreversível ou irresistível (bem, pelo menos para a maioria esmagadora). Portanto, cabe a cada um de nós perguntar se as informações que possui disponíveis online fere algum pricípio auto imposto de preservação.

E, para finalizar em um último e simples parágrafo, não ache que a culpa da falta de privacidade parte da vida online; ela parte de nós mesmos. Nós colocamos intencionalmente a nossa vida exposta online. Então pare, pense, e coloque a melhor parte de si para fora, e apenas as partes que deseja. Você não precisa se expor. Ninguém lhe força a se expor. Mas se o fizer, faça bem feito. Se alguém ver algo sobre você online, tenha a certeza de que quis que aquilo fosse visto. A maioria de nós tem este poder. Não vou falar sobre celebridades aqui, afinal, a maioria delas, que tem uma vida online, descobriu o que escrevi aqui… tardiamente.

Ah! Antes que me perguntem… SIM, eu me divirto com Fotolog e Orkut, principalmente com as fotos absurdas, sem noção, e blogs derivados.

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A taxa de Juros e o financiamento à inovação

Por Eduardo A. Paiva de Almeida,
economista e coordenador executivo do SoftexRecife

 

Poucas vezes no Brasil se teve uma taxa de juros tão baixa. E essa queda deve continuar. E o que isso tem a ver com a inovação? Tudo.

Poucas vezes no Brasil se teve uma taxa de juros tão baixa. E essa queda deve continuar. E o que isso tem a ver com a inovação? Tudo.

A maior novidade na área econômica nos últimos dias foi a queda da taxa de juro, a SELIC, abaixo de 10% ao ano. Na verdade ele foi estabelecida em 9,25 % ao ano. Poucas vezes no Brasil se teve uma taxa de juros tão baixa. E essa queda deve continuar. E o que isso tem a ver com a inovação? Tudo.

Durante décadas, o Brasil sofreu de inflação muito alta e de juros igualmente altos. A taxa básica de juros, conhecida como taxa SELIC, servia também de parâmetro para se avaliar o retorno financeiro de um projeto. Cada projeto tinha seu retorno comparado com a taxa SELIC dentro do raciocínio de que aplicar em títulos do governo, que paga a taxa SELIC, trazia um bom ganho e era de risco praticamente nulo, era só deixar o dinheiro no banco e esperar. Caso o projeto tivesse um retorno menor do que a taxa SELIC seria melhor então aplicar em títulos do Governo.

Com a queda na taxa de juros essa realidade começa a mudar. As perspectivas doravante é que um maior retorno só será obtido a um risco também maior. Nos países ditos do primeiro mundo, os retornos de investimentos mais seguros ficam entre 2% e 3% ao ano. Mesmos as aplicações em bolsas de valores, aparentemente um investimento de maior risco, no longo prazo e em média, não diferem muito desse valor.

Naqueles países de economia mais estável, a busca por um maior retorno conduz os investidores a identificarem projetos – em geral de cunho inovadores – que possam patrocinar ganhos excepcionais em curto intervalo de tempo. Daí por que nesses países, ao contrário do Brasil, é relativamente fácil obter financiamento para inovação. São notórios ali os fundos de venture capital e mesmos a figura do Angel, pessoa física que se dispõe a assumir um alto risco em troca de uma perspectiva de retorno também muito alto.

No Brasil, esse tipo de financiamento foi inibido pelas altas taxas de juros pagas pelo Governo que predominou por longo tempo e que só agora começa a mudar. De outro lado se tinham, e ainda persiste, uma notória carência de capitais disponíveis para financiar a inovação no que pesem os esforços empreendidos nos últimos anos pela FINEP. Esses dois problemas estão ligados. Assim, a solução do primeiro pode conduzir à solução do segundo.

Com o processo de queda na SELIC, o Brasil começa a ter juros equivalentes àquelas que prevalecem no primeiro mundo. Portanto, quem quiser ganhar mais do que os históricos 3,0% reais ao ano terá que arriscar mais. Umas das apostas arriscadas e de retorno também alto consiste na identificação e no financiamento de projetos de inovação. Projetos desse tipo, particularmente em Tecnologia da Informação, não têm faltado.

Aqui no Arranjo Produtivo Local (APL) de Tecnologia da Informação e Comunicações de Pernambuco, a geração de inovação é notória, o que demonstra a sua força e vitalidade. Todavia, a escassez de financiamento para o seu financiamento tem sido um sério óbice a que essas inovações se tornem soluções comerciais.

É, pois, provável, que o financiamento à inovação esteja inaugurado no Brasil uma era completamente nova, aonde os capitais privados irão ao encalço de oportunidades de ganhos e tais ganhos poderão ser proporcionados, como na larga maioria dos países desenvolvidos, pelo fluxo de inovações provenientes das empresas. Como hoje a parcela mais significativa das inovações são, de alguma forma, ligadas ao desenvolvimento de soluções em TI, os empresários dessa área já podem fazer as suas apostas.

Todas as novidades em um mesmo lugar

Por Julio Gil Freire – Diretor Presidente da Elcoma

Júlio Gil Freire: "Diferentemente da escola, às vezes não é possível repetir de ano."

Júlio Gil Freire: "Diferentemente da escola, às vezes não é possível repetir de ano."

Não poderia estrear um espaço destinado aos interessados no mercado de TI sem falar da Computex. Recém finalizada (junho) em Taipé, a Computex é a maior feira de computadores da Ásia e segunda maior do mundo, superada apenas pela CeBIT que acontece no primeiro semestre em Hannover, na Alemanha. Apesar da crise estrutural que ainda paira sobre o planeta, e o medo de nós todos da H1N1 (muita gente de máscaras nas ruas), mais de 100 mil pessoas visitaram os 4600 stands desta feira monumental.

No mapa global da TI a China reina absoluta como o maior centro de fabricação de equipamentos de consumo do planeta. No mesmo dia, pode-se visitar fábricas com modernas práticas de gestão de produção e qualidade e outras, que mais parecem oficinas com calendários na parede e cortiços nos fundos que “acomodam” os empregados que vem do interior pobre da China.

A pergunta Quanto custa? Seguida pela resposta Quanto_o_sr_quer_pagar? Simboliza bem as práticas de negociação deste lugar. Raramente se ouve um “não”. No Problem é a resposta mais freqüente.

Na Computex, nota-se claramente o que os momentos de crise ou de indefinição podem representar de ameaça ou de oportunidades para players globais ou novos entrantes. A guerra hoje neste segmento é pela maior fatia do Eldorado do mercado de consumo de massa para os dispositivos de acesso a internet a qualquer momento e em qualquer lugar.

Mundos tradicionalmente separados como telefones e computadores travam estas batalhas nas quais calouros podem virar reis e reis voltarem à planície. São smartphones contra versões mais portáteis de notebooks (os netbooks, smartbooks, etc). A poderosa Intel, por exemplo, já vê sua hegemonia ameaçada nos chips para netbooks e procura “aprender” a dinâmica dos mercados dos seus oponentes para lutar com as mesmas armas como sistemas operacionais abertos (Moblin 2.0 baseado no Linux) e chips para celulares.

Outra tendência importante evidente na Computex é a da chamada computação verde. Equipamentos e sistemas que ocupam menos espaço, consomem menos energia, são mais simples e custam menos. A redução dos custos de componentes complexos, transmissão de dados, painéis de LCD está permitindo uma revolução que curiosamente passa pelo resgate de práticas antigas de arquiteturas distribuídas, como os main frames e terminais burros.

O mundo da tecnologia não parou, os próximos meses vão ser extremamente excitantes. Interessados ou investidores nestes segmentos devem fazer o seu dever de casa com cuidado. Diferentemente da escola, às vezes não é possível repetir de ano.

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